A Oana foi fundada em 5 de maio de 1970 com forte vocação para a mídia radio, que era o veículo mais importante da época; mas logo cedo, com a televisão dando seus primeiros passos, sentiu a necessidade de começar a produzir “imagens” para inserção na TV local, que na época veiculava “slides”. Sem ter quem fizesse o trabalho, assumiu a produção do material. Isto fez com que surgisse uma agência diferente de todas que atuavam na época em todo o Brasil; ou seja, uma agência que produzia seus próprios audiovisuais.
Em 1975 comprou câmeras de cinema, inicialmente as Bolex Paillard de 16mm a corda e elétrica e depois a Arriflex de 35mm com as quais filmava as produções de seus clientes. Depois, revelava os negativos, sonorizava e montava os filmes em São Paulo. Estes comerciais, aos poucos foram sendo introduzidos na mídia de TV exibidos em película. Após este start, produziu centenas de trabalhos para cinema e TV, além de documentários. Estas produções se espalharam pela Região Norte do país.

Com o surgimento do vídeo tape por volta de 1980, em substituição ao filme (película) que tornava as produções para TV muito caras, a Oana migrou para este formato comprando em 1984 uma câmera de vídeo Akay e um gravador portátil U-Matic Sony . As produções ganharam agilidade e em poucos dias era possível colocar no ar um comercial totalmente produzido aqui.

Tínhamos a câmera, mas a edição era feita na TV Amazonas da avenida Carvalho Leal, numa ilha da CVA que a partir das 2 da madrugada ficava disponível para as produções independentes.
Em 1986 a Oana comprou sua primeira ilha de edição U-Matic e a partir daí tudo era feito dentro da agência, desde a criação dos roteiros até a cópia do vídeo para veiculação.
Em 1990, na primeira viagem a NAB – Las Vegas, foram comprados os primeiros equipamentos Betacam SP: câmeras e máquinas de edição. Passamos a produzir nossos vídeos no formato que até hoje á utilizado em todo o Brasil e no mundo todo. Nossa ilha passou a ser híbrida Betacam X U-Matic porque a maior parte de nosso arquivo de imagens era em U-Matic.

Neste momento tínhamos, além das máquinas Betacam/U-Matic, mesa de corte Model 100 da Grass Valley, gerador de caracteres Quanta Font, áudio nos gravadores de rolo AKAI, mesas de efeitos, etc.
Em 1992 houve uma melhora nos equipamentos para a campanha política e foram adquiridas novas câmeras de vídeo (Ikegami/Sony), máquina de slowmotion para completar a ilha de edição e novos equipamentos de áudio como o sistema DAT e mesa Souncraft de 18 canais.

Em 1994 a Oana deu um grande salto. Todo o sistema de edição foi modificado com a compra de uma mesa Grass Valley 2000, um editor Grass Valley VPE 131 e um gerador de efeitos digitais Grass Valley Kristal além de novas máquinas de edição Sony da linha BVW. A Oana passou a ter o que muito poucas empresas do Brasil possuíam em termos de equipamentos digitais de vídeo, incluindo estação de computação gráfica para efeitos 3D.

Em 2002 a captação passou a ser digital através das câmeras Sony serie D30 e D35. Neste momento também surgiu o formato DVCam e a Oana passou a compartilhar o formato Betacam com o DVCam digital, com toda linha de câmeras e máquinas DSR DVCam.
Em 2005 surgiram as ilhas de edição não linear e a Oana investiu nesta tecnologia adquirindo uma ilha AVID Midia Composer em plataforma Mac. Em 2008 novas ilhas AVID Adrenaline foram compradas e passaram a integrar o núcleo de produção da Oana.
Em 2012, a Oana entra definitivamente na produção em alta definição e agrega a seus equipamentos ilhas Apple Mac Pro com software Final Cut e câmera Sony NEX_FS100 NXCAM Super 35. A história não termina aqui. A Oana está sempre à procura de novos formatos para a realização dos trabalhos dos nossos clientes. São 42 anos até agora, dedicados a busca incessante, que ainda promete muitas emoções, e a certeza, de que a Oana seguirá sendo uma agência como sempre foi.
